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Manual de Emergências Infecciosas

Manual de Emergências Infecciosas


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Ho Yeh Li

Ian Ward A. Maia

Daniel Joelsons

Victor Paro da Cunha

ISBN:978-65-6103-108-0
942 páginas
Formato: 17 x 24 cm
Miolo Offset 75g - 4 cores
Brochura

 

As doenças infecciosas fazem parte do nosso dia a dia na emergência. Elas chegam

em formas muito diferentes: a febre de início recente, a tosse do idoso fragilizado,

a ferida que não cicatriza, a dor abdominal que não fecha com a história, a criança

que piorou em poucas horas, o paciente imunossuprimido que “não está bem” e não

sabe explicar por quê. Em todas essas situações, o que muda o desfecho é reconhecer

padrões, identificar sinais de gravidade e tomar decisões simples e oportunas — mesmo

quando os dados ainda são incompletos.

Este manual foi escrito para apoiar exatamente essas decisões. Ele busca traduzir

a melhor evidência disponível para a realidade do pronto-socorro, com orientações

práticas, linguagem clara e foco no que muda a conduta. A proposta é ajudar você a

começar bem, reavaliar com método e comunicar com transparência, colocando o

paciente e o contexto em primeiro plano.

A organização reflete o fluxo da prática:

ƒ Parte 1 — O Adulto Crítico na Emergência: condições que exigem ação imediata

e raciocínio estruturado (por exemplo, sepse e choque séptico, tétano, meningococcemia,

leptospirose, hantaviroses). O objetivo é priorizar estabilização,

coleta adequada de amostras e início criterioso de antimicrobianos, com revisões

orientadas por resposta clínica e resultados.

ƒ Parte 2 — Abordagem por Sinais e Sintomas: caminhos de avaliação a partir da

queixa principal (por exemplo, IVAS, faringoamigdalite/epiglotite, otites, tuberculose,

pneumonia adquirida na comunidade, além de dor torácica/dispneia,

febre aguda, olho vermelho, lesões de pele, diarreia, queixas genitais). Aqui você

encontrará fluxos de decisão, exames que de fato mudam a conduta e critérios

objetivos para tratamento, observação ou alta segura.

ƒ Parte 3 — O Paciente Imunossuprimido: particularidades do cuidado em HIV

(fase aguda, pulmonares, neurológicas, diarreia) e em transplantados, entre

outros. A ênfase recai em reconhecer apresentações atípicas, ampliar o leque de

hipóteses quando necessário e ajustar condutas à situação de risco.

ƒ Parte 4 — Infecções no Período Gestacional: situações frequentes e de alto impacto,

como abortamento séptico, corioamnionite e ITU na gestante, com atenção a

segurança materna e fetal e às particularidades de diagnóstico e antimicrobianos.

XXVI Manual de Emergências Infecciosas

ƒ Parte 5 — Infecções na Pediatria: síndromes comuns e graves na infância (sepse

e choque séptico, bronquiolite, coqueluche/difteria/crupe, pneumonia, ITU),

com foco em avaliação de risco, hidratação, oxigenoterapia, escolha e duração

de antibióticos e critérios de internação.

ƒ Parte 6 — Complementar: temas transversais do plantão, como exposição

ocupacional a material biológico, atendimento à vítima de violência sexual, uso

racional de antibióticos no DE, notificação compulsória e eventualidades específicas

(terrorismo/situações de guerra) — conteúdos que organizam rotinas,

previnem danos e qualificam o cuidado em equipe.

Ao longo do manual, privilegiamos recomendações aplicáveis ao Brasil e à América

Latina, reconhecendo diferenças regionais de epidemiologia e recursos. Quando a

evidência é sólida, dizemos com clareza; quando é incerta ou depende do contexto,

explicitamos as alternativas razoáveis e o racional para a escolha. Em todos os casos,

defendemos reavaliação clínica frequente — muitas vezes, voltar ao leito e examinar

de novo é o que faz a diferença.

Este é um trabalho de equipe. Enfermeiros, farmacêuticos, laboratório, radiologia,

controle de infecção e especialistas de retaguarda são parte do bom desfecho. Por

isso, sempre que possível, indicamos rotinas simples que melhoram o cuidado: coleta

de hemoculturas antes do antibiótico, pesagem para dose correta, checagem real de

alergias, revisão de prescrições, comunicação objetiva nas passagens de plantão.

Se você está abrindo o manual no meio de um plantão corrido, esperamos oferecer

respostas diretas e seguras. Se está estudando, que os capítulos sirvam de base para

discussões de caso e construção de protocolos locais. Em qualquer cenário, o fio condutor

é o mesmo: cuidar bem é reconhecer cedo, tratar com propósito e revisar com método.

Que estas páginas sejam úteis nas noites movimentadas e também nas manhãs

mais calmas — ajudando a transformar decisões difíceis em passos mais claros

e compartilhados.

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